sexta-feira, 28 de maio de 2010

Tecnologia de Led é a tendência de iluminação no Brasil


Olá galera, estava procurando novas informações para enriquecer o blog e deixar vocês sempre bem informados , então achei um artigo muito interessante sobre o LED , essa tecnologia que vem nos impressionando tanto e que veio para ficar.Vou compartilhar com vocês esse artigo que muito bom.Espero que gostem!

Por Vicente A. Scopacasa


Uma das maiores telas de LED do mundo,foi feita nas olimpíadas de Pequim em 2008.Ela é composta por 2.292 cores



O LED é um componente eletrônico semicondutor, mesma tecnologia utilizada nos chips dos computadores, que tem a propriedade de transformar energia elétrica em luz. Tal transformação é diferente da encontrada em lâmpadas convencionais que utilizam filamentos metálicos, radiação ultravioleta e descarga de gases, dentre outras. Nos LEDs, a transformação da energia elétrica em luz é feita na matéria, sendo, por isso, chamada de Estado Sólido (Solid State). Como comparativo, podemos citar que os LEDs estão para as lâmpadas, assim como os transistores estão para as válvulas. Muitos de vocês devem ter ouvido falar na revolução que os transistores fizeram com relação às válvulas, permitindo que hoje tenhamos equipamentos com alto poder de processamento e performance, com dimensões reduzidas.

O LED é um componente do tipo bipolar, ou seja, tem um terminal chamado anodo e outro, chamado catodo. Dependendo de como for polarizado, permite ou não a passagem da corrente elétrica e, conseqüentemente, a geração ou não de luz.

O componente mais importante de um LED é o chip semicondutor responsável pela geração da luz. Este chip tem dimensões muito reduzidas.

Histórico

Apesar do LED ser um componente muito comentado hoje em dia, sua invenção, por Nick Holonyac, aconteceu em 1963, somente na cor vermelha, com baixa intensidade luminosa (1mcd). Por muito tempo, o LED era utilizado somente para indicação de estado, ou seja, em rádios, televisores e outros equipamentos, sinalizando se o aparelho estava ligado ou não. O LED de cor amarela foi introduzido no final dos anos 60. Somente por volta de 1975 surgiu o primeiro LED verde – com comprimento de onda ao

redor de 550nm, o que é muito próximo do comprimento de onda do amarelo, porém com intensidade um pouco maior, da ordem de algumas dezenas de milicandelas.

Durante os anos 80, com a introdução da tecnologia AlInGaP, os LEDs da cor vermelha e âmbar conseguiram atingir níveis de intensidade luminosa ue permitiram acelerar o processo de substituição de lâmpadas, principalmente na indústria automotiva.

Entretanto, somente no início dos anos 90, com o surgimento da tecnologia InGaN foi possível obter-se LEDs com comprimento de onda menores, nas cores azul, verde e ciano, tecnologia esta que propiciou a obtenção do LED branco, cobrindo, assim, todo o espectro de cores.

Até então, todos estes LEDs apresentavam no máximo de 4.000 a 8.000 milicandelas, com um ângulo de emissão entre 8 a 30 graus. Foi quando, no final dos anos 90, apareceu o primeiro LED de potência Luxeon, o qual foi responsável por uma verdadeira revolução na tecnologia dos LEDs, pois apresentava um fluxo luminoso (não mais intensidade luminosa) da ordem de 30 a 40 lumens e com um ângulo de emissão de 110 graus. Hoje em dia, temos LEDs que atingem a marca de 120 lumens de fluxo luminoso, disponíveis em várias cores, responsáveis pelo aumento considerável na substituição de alguns tipos de lâmpadas em várias aplicaçõesde iluminação.

Fonte:

http://absa.org.br/uploads/Destaque%20-%20Artigo%20LA_PRO.pdf

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